Revista MundoPM ed. 64

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A edição de nº 64 da Mundo Project Management, maior revista de gerenciamento de projetos do Brasil, traz um artigo bastante interessante, o qual apresenta a criação de um método capaz de elaborar o planejamento estratégico empresarial numa única página. Idealizado e concebido por Luciano Passos, Presidente do PMI Sergipe e Superintendente de Gestão Estratégica no Banco do Estado de Sergipe, o Strategy Model Canvas tem como objetivo ser uma metodologia simples e ágil, utilizada para concepção de um plano visual e colaborativo que contenha elementos essenciais para determinar a estratégia da organização para um determinado ciclo. Além disso, proporciona uma visão 360º do ambiente em que a empresa está inserida.

No decorrer do artigo, Luciano Passos descreve os conceitos e princípios que regem o método, como também demonstra sua aplicabilidade através de um exemplo de definição da estratégia de que mudaria a trajetória do maior Circo Artístico do Mundo, o Cirque Du Soleil. Vale a pena conferir! Maiores detalhes sobre o Strategy Model Canvas podem ser encontrados no site oficial strategymodelcanvas.com.br. O lançamento do livro sobre a nova metodologia está previsto para o próximo ano.

SMC

Jogando as cartas na mesa com o Planning Poker

 
Estimar o tamanho de um software não é uma tarefa trivial. Requer esforços de tempo e custos que usualmente os investidores não estão dispostos a pagar. Sendo assim, surge a necessidade de utilizar uma técnica que agilize o processo, mas não reduza sensivelmente a qualidade das estimativas.

O Planning Poker, definida por James Grenning em 2002, é uma técnica de estimativa de tamanho voltada para as metodologias ágeis de desenvolvimento de software. Consiste em realizar estimativas através de um jogo de cartas, no qual os membros do time (analistas, programadores, testadores, etc), baseados em fatores como tempo e esforço, interagem de forma colaborativa e expõe sua visão de complexidade afim de pontuar um cartão que representa determinada estória do usuário. Por fim, analisam as diferentes visões e buscam chegar a um denominador comum na equipe por meio do consenso geral.

A técnica consiste no seguinte: os participantes do jogo deverão realizar, em conjunto, rodadas de pontuação afim de obter a estimativa de um cartão que possui uma estória de usuário. Eles dispõem de um baralho com 13 cartas numeradas sequencialmente de acordo com a série de Fibonacci, ou seja, 0, ½, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 20, 40 e 100. Existe ainda uma carta com o símbolo de interrogação que configura a não aptidão do jogador em estimar e outra carta com o símbolo de uma xícara de café que sugere uma pausa para discussões e avaliações preliminares sobre a estória em questão. O Scrum Master será responsável por mediar as diferentes visões, enquanto que, o Product Owner deverá esclarecer o que deverá ser produzido pelo time.

Ficou curioso sobre a técnica de estimativa Planning Poker e deseja se aprofundar mais no universo da agilidade? O curso Fundamentos em Métodos Ágeis da Projectlab poderá te proporcionar o conhecimento que deseja. Inscreva-se aqui.

Este post trata-se de um publieditorial.

Project Model Canvas: a alma do projeto

Introdução

Em um mundo globalizado, onde as organizações buscam constantemente ampliar seu market share e entregar valor mais rapidamente aos seus clientes, o ritmo das mudanças se torna mais intenso. Dessa forma, o volume de projetos tem um crescimento acima do normal, justificado pela necessidade de implementar as mudanças, e que provavelmente irá ocasionar o envolvimento de um maior número de interessados. Essa reação em cadeia torna o ambiente de negócios mais complexo e a vida do gerente de projetos mais árdua.

Crescimento do número de partes interessadas.

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Os benefícios das histórias de usuários

Segundo Mike Cohn, história de usuário é uma pequena e simples descrição de uma funcionalidade dita da perspectiva da pessoa que deseja a nova capacidade, usualmente um usuário ou um cliente do sistema. Em outras palavras, o Backlog do Produto deve conter as necessidades dos usuários ou dos clientes, enão as funcionalidades do sistema. Para compreender melhor essa ideia, é preciso analisar atentamente as nuances que permeiam esse conceito.

“Eu como gerente de PMO, desejo visualizar uma lista completa do portfólio de projetos da organização para poder classificá-los e priorizá-los de acordo com o planejamento estratégico”.

É possível observar algumas vantagens no uso do template de história de usuário: “Como um <ator>, eu gostaria de <ação>, para <objetivo>”. O primeiro benefício está relacionado ao que chamamos de magia dos pronomes, pois algo especial ocorre quando as exigências são colocadas na primeira pessoa. As partes envolvidas passam a se identificar mais de perto com as histórias. A segunda vantagem é fornecer uma estrutura a serviço do Product Owner, pois a estrutura do template ajuda o PO a priorizar as histórias dos usuários. Dessa forma, ele consegue visualizar mais facilmente o que o recurso é, quem se beneficia a partir dele, e qual o valor dele.

Algumas pessoas alegam que esse modelo acaba suprimindo o conteúdo da informação devido ao uso de tantos clichês. Se você concorda com isso, é possível organizar as histórias através de uma tabela com os campos “Como”, “eu gostaria” e “para”. Isso facilita o modo de leitura e compreensão das necessidades.

Caso deseje aprofundar seus conhecimentos em histórias de usuários, participe das Oficinas de Inverno promovidas pela Projectlab, pois apresentam uma visão conceitual e prática de como especificar os requisitos através de histórias de usuários, por que utilizar este formato, como identificar, documentar, priorizar e selecionar as histórias que entrarão na composição do produto a ser produzido.

Este post trata-se de um publieditorial.

Business Model Generation: a alma do negócio

O cenário apresentado acima é uma situação comum no dia-a-dia de qualquer organização que, através de ideias inovadoras, busca aumentar sua competitividade no mercado. Porém, muitas delas não logram êxito pois não conseguem organizar suas ideias e decidir o que pode gerar valor para seus clientes. Para contornar tal situação o ideal é criar o Modelo de Negócios. Segundo Yuri Gitahy, fundador de uma empresa de consultoria, “modelo de negócios é a forma como uma empresa cria, entrega e captura valor… é a fórmula que transforma time, produto e gestão em receita, lucros e retorno para os acionistas”.

BMG, acrônimo para Business Model Generation, é uma poderosa ferramenta de gerenciamento estratégico, a qual possibilita esboçar ou construir modelos de negócio novos ou existentes. Trata-se de um mapa mental pré-formatado em nove seções que apresentam informações vitais sobre o modelo de negócio. Foi originalmente proposto por Alexander Osterwalder, o qual baseou-se em seu trabalho anterior sobre Business Model Ontology.

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Certificação EXIN-ASF: o mix da agilidade

“Pedro, necessito das peças de montagem em até 2 dias. Alexia, já solicitei a João via sistema de estoque. Ele que se vire!”  Esse é um diálogo atual e bastante comum nas organizações que buscam celeridade nas entregas de projetos, os quais materializam o planejamento estratégico da empresa. Para solucionar o conflito apresentado no cenário acima, os métodos ágeis aproximam as pessoas dando atenção especial às interações entre elas e, por conseguinte, possibilitando a criação de um ambiente colaborativo que forneça respostas rápidas às constantes mudanças que se fazem necessárias.

Um dos métodos ágeis mais conhecidos no mercado é o Scrum. Baseado em planos de iterações chamados de Sprints, ele provê mais agilidade na entrega do produto e, dessa forma, fornece valor mais rápido para o cliente. Suas reuniões diárias, curtas e objetivas, permitem ao time responder rapidamente à quaisquer mudanças que se façam necessárias, estando assim, constantemente alinhados às expectativas do cliente e evitando prejuízos no cronograma e nos custos planejados. As demais reuniões de revisão e retrospectiva, permitem ao time analisar o que deu certo ou errado durante a execução dos trabalhos e como se antever a possíveis problemas que atrasem as entregas e gerem insatisfação por parte do cliente.

Visando atender à demanda do mercado por profissionais alinhados aos conceitos e práticas ágeis, o instituto EXIN criou a certificação ASF (Agile Scrum Foundation). Apesar da nomenclatura, essa certificação atesta também que seus detentores possuem conhecimentos básicos em outras metodologias ágeis como XP, Kanban, DSDM, Crystal, FDD e TDD, porém o foco maior é o Scrum.

Você pode se inscrever para realizar o exame EXIN ASF online, diretamente no site da Exin, mas é recomendável que você faça o curso Preparatório ASF – Agile Scrum Foundation 8h, da Projectlab, que contempla todos os tópicos que são abordados na prova:

  • Conceitos de Agile (Kanban, XP, Crystal, DSDM, TDD e FDD) e Scrum;
  • Práticas Scrum;
  • Planejamento Scrum;
  • Monitoramento de projetos com Scrum;
  • Conceitos avançados de Scrum.

Essa característica fornece uma vantagem competitiva, pois permite ao profissional aplicar a técnica mais adequada ao cenário em que ele se encontra ou ainda uma combinação de técnicas.

Se você tiver mais alguma dúvida sobre a certificação, baixe o White Paper “Guia Rápido das Certificações Ágeis do Mercado”

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[MS Project 2013] Determinando o Caminho Crítico

Métodos Ágeis promovem o desenvolvimento sustentável

Um dos princípios por detrás do Manifesto Ágil é focado no desenvolvimento sustentável, no qual afirma que patrocinadores, desenvolvedores e usuários deveriam ser capazes de manter um ritmo constante indefinidamente. Sustentabilidade e produtividade devem caminhar paralelamente em um ritmo constante, pois se houver um desequilíbrio entre elas, a harmonia será perdida e a essência da agilidade será deixada de lado.

É importante ressaltar que produzir muito não significa ser ágil, pois produzir demais pode causar desperdícios! Segundo Cecilia Fernandes “não vale a pena focar em produzir mais software se o levantamento do que é mais necessário não acompanhar o ritmo”. Paralelamente, não podemos considerar hora-extra como sinal de comprometimento do time. Na verdade, esse fato indica que o planejamento não foi adequado, o que irá gerar desgaste do time e, consequentemente, perda de produtividade e menor qualidade no produto gerado.

Os Processos Ágeis focalizam seus esforços na promoção de um ritmo constante e sustentável, o qual seja apoiado por toda a equipe que está trabalhando no desenvolvimento do produto, incluindo usuários e patrocinadores. Pessoas conseguem trabalhar com qualidade usando seu intelecto por 5-6 horas por dia [Ambler 2012]. As demais horas do dia de trabalho devem ser utilizadas em tarefas como envio de e-mails, discussões sobre a qualidade do trabalho, coffee break, etc. Em outras palavras, 15% a 25% do dia de trabalho deve ser dedicado a atividades não diretamente relacionadas ao que deve ser produzido. Essa prática potencializa os resultados positivos esperados no desenvolvimento de produtos, serviços ou resultados.

Você busca em seus projetos alcançar a sustentabilidade para a rápida entrega de valor? Então é um forte candidato para a aplicação de práticas ágeis. Sendo assim, recomendo o curso Fundamentos em Métodos Ágeis da Projectlab, no qual você irá aprender novas técnicas e abordagens em um ambiente lúdico que estimula a absorção do conhecimento.

Assista o Webinar Gratuito: O que o GP precisa saber sobre Práticas Ágeis

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Alcançando objetivos com a Gestão de Requisitos

Projetos possuem, em sua essência, características únicas que os diferenciam, porém dois aspectos estão sempre presentes em seu “DNA”: requisitos e pessoas.O PMBOK, Guia de Conhecimento em Gerenciamento de Projetos, prega que uma das primeiras atividades de qualquer projeto é identificar as partes interessadas. Elas poderão influenciar no sucesso ou fracasso do mesmo. Após a aprovação formal do início do projeto, devem ser coletados os requisitos que irão compor o escopo do produto e para tanto, as partes interessadas serão fundamentais.

Falhas ocorridas na identificação das partes interessadas e/ou levantamento de requisitos serão responsáveis por gerar possíveis atrasos nas entregas, estouro de orçamento, insatisfação do cliente, suspensão ou até mesmo cancelamento do projeto. Nesse cenário, surge a análise de negócios que, segundo o PMI, “auxilia você a trabalhar com as partes interessadas para definir os requisitos de negócio para que você possa moldar o resultado de projetos e conduzir os resultados de negócios ao sucesso”.

Levantar e gerenciar requisitos de forma adequada contribui para minimizar as solicitações de mudança, que quase sempre prejudicam a saúde do projeto. Luiz Guilherme Carvalho, gerente de projetos na Petrobrás, complementa ainda afirmando que “ao realizar o processo bem adequado e identificando e envolvendo as principais partes interessadas, potenciais riscos já poderão ser mitigados e até mesmo evitados”. Sendo assim, é possível notar que a correta gestão de requisitos trará benefícios que irão se multiplicar durante todo o projeto favorecendo o alcance dos objetivos inicialmente traçados.

Uma excelente opção para quem deseja investir no aprimoramento de suas habilidades técnicas em análise de negócios é o treinamento Fundamentos de Análise de Negócios oferecido pela Projectlab. O curso permite ao aluno aprender sobre atividades e técnicas que preenchem um gap entre as partes interessadas e os objetivos organizacionais. Funcionam como uma ponte que permite o alcance das metas a partir de tomadas de decisão mais assertivas.

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O mercado de trabalho para Gerente de Projetos em tempos de crise

A crise financeira internacional desencadeou uma série de aspectos negativos em diversos setores da economia mundial desde 2008. Em 2015, vivemos a atual crise do petróleo, a crise na Petrobráss e a alta da inflação. Indo na contramão dos fatos, o segmento de gerenciamento de projetos reagiu de forma positiva a esse acontecimento. Alguns fatores ligados às características do profissional dessa área podem explicar essa situação contraditória: capacidade de gerenciar riscos, otimizar o uso de recursos humanos e financeiros, bem como gerenciar as expectativas dos stakeholders, traduzem a confiança do mercado nesse perfil de profissional, mesmo em épocas de crise econômica global.

Outro ponto importante que pesa em favor do gerente de projetos é por ele conseguir aplicar seus conhecimentos nos mais diversos nichos de mercado: indústria, aviação, engenharia, meio ambiente, educação, etc. Isso justifica o aumento pela demanda e consequente valorização da carreira. Márcio Tibo, presidente do PMI-MG, destaca: “Os indicadores do PMI mostram que a aceitação das melhores práticas de GP ganha mais espaço nas agendas das empresas. Esse fato decorre do reconhecimento da importância do gerenciamento de projetos para a transformação das estratégias empresariais em resultados”.

Aliado a este fato, temos a Implantação do Escritório de Gerenciamento de Projetos (PMO) como uma constante em expansão. Este, por sua vez, possui relevante importância na disseminação das melhores práticas em gerenciamento de projetos dentro da organização, fortalecendo assim, a profissão do gerente de projetos frente a crise globalizada.

Além disso, a certificação PMP, a mais importante da área é vista não mais como um diferencial, e sim, como um pré-requisito para as melhores vagas no setor.

A opção ideal para quem deseja ampliar sua visibilidade no mercado de trabalho é buscar a capacitação. Recomendo os cursos: Gerenciamento de Projetos – Teoria e Prática para aprofundamento dos conhecimentos do PMBOK, e o  Preparatório PMP com a metodologia da renomada Rita Mulcahy, ambos da Projectlab.

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