Revista Mundo Project Management – Ed. 38

DICA DO BLOG

DESTAQUES

O problema das médias
no gerenciamento de projetos

A simulação computacional proporciona análises importantes sobre os riscos ocultos em projetos, gerando não apenas um número mas uma distribuição de probabilidades. A função DIST (Distribution String), criada pelo autor, estabelece adicionalmente um padrão de comunicação de entrada/saída das incertezas em projetos, facilitando o compartilhamento de cenários e conhecimentos que infl uenciam as estimativas de prazos, custos e demais fatores do projeto de forma inequívoca entre todos os gerentes.

Tratado de medidas confiáveis de conclusão (CCMT)

Trata-se de um método para medir o progresso com ênfase na identifi cação e estimativa das consequências das possíveis resoluções das incertezas de um projeto, em termos tanto de tempo como fi nanceiro. Uma vez terminadas essas estimativas, pode-se calcular um conjunto de possíveis resultados, identifi cando a pior das hipóteses para custo, tempo e para cada um dos requerimentos importantes do projeto.

A aplicação das novas ciências ao gerenciamento de riscos e de projetos

Há um sentimento entre alguns profi ssionais que lidam com riscos, incluindo o autor, de que o gerenciamento teórico de riscos desgarrou-se de nossa intuição no mundo do gerenciamento de projetos. Este artigo mostra que, ao se entender com que tipo de problema se está lidando, as decisões passam a ser mais conscientes das inerentes incertezas.

Resultado da enquete: “Como você se prepara para o crescimento profissional?”

Análise:

O resultado da enquete nos apresenta um cenário animador e ao mesmo tempo frustrante. O lado positivo deste cenário está no fato de 44% dos votos demonstrarem a crescente busca de crescimento profissional através do investimento pessoal em cursos de capacitação. Com 34% dos votos a opção “Sou auto-didáta” demonstra também que uma  significativa parcela dos profissionais buscam melhorar seus conhecimentos e habilidades pró-ativamente através da busca pessoal pelo conhecimento em livros, revistas, artigos, internet, etc. Já o lado negativo deste cenário se apresenta no fato de apenas 12% das pessoas possuírem o apoio financeiro das empresas na qual trabalham para melhorar sua capacitação profissional. Este é um quadro preocupante visto que, cada vez mais, as empresas buscam mão-de-obra barata e relegam o investimento em capacitação para seus funcionários. Provavelmente está na hora do Governo Federal por a mão na massa e criar um programa para ampliar o fornecimento de incentivos fiscais às empresas, princpalmente de pequeno e médio porte, a investirem cada vez mais na capacitação profissional de seus colaboradores. Isso alavancaria a qualidade da mão-de-obra do mercado bem como o crescimento da qualidade dos produtos e serviços produzidos. Por fim, 10% das pessoas que participaram da enquete afirmam que não estão estudando nada no momento. Vou deixar aqui uma dica! Nunca pare de buscar o conhecimento, pois ele nunca é demais! Ele é útil, necessário e imprenscindível para seu crecimento profissional e econômico do país. Como diria o provérbio árabe: “Quem quer fazer alguma coisa, encontra um meio. Quem não quer fazer nada, encontra uma desculpa.”