Arquivo mensal: julho 2015

Jogando as cartas na mesa com o Planning Poker

 
Estimar o tamanho de um software não é uma tarefa trivial. Requer esforços de tempo e custos que usualmente os investidores não estão dispostos a pagar. Sendo assim, surge a necessidade de utilizar uma técnica que agilize o processo, mas não reduza sensivelmente a qualidade das estimativas.

O Planning Poker, definida por James Grenning em 2002, é uma técnica de estimativa de tamanho voltada para as metodologias ágeis de desenvolvimento de software. Consiste em realizar estimativas através de um jogo de cartas, no qual os membros do time (analistas, programadores, testadores, etc), baseados em fatores como tempo e esforço, interagem de forma colaborativa e expõe sua visão de complexidade afim de pontuar um cartão que representa determinada estória do usuário. Por fim, analisam as diferentes visões e buscam chegar a um denominador comum na equipe por meio do consenso geral.

A técnica consiste no seguinte: os participantes do jogo deverão realizar, em conjunto, rodadas de pontuação afim de obter a estimativa de um cartão que possui uma estória de usuário. Eles dispõem de um baralho com 13 cartas numeradas sequencialmente de acordo com a série de Fibonacci, ou seja, 0, ½, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 20, 40 e 100. Existe ainda uma carta com o símbolo de interrogação que configura a não aptidão do jogador em estimar e outra carta com o símbolo de uma xícara de café que sugere uma pausa para discussões e avaliações preliminares sobre a estória em questão. O Scrum Master será responsável por mediar as diferentes visões, enquanto que, o Product Owner deverá esclarecer o que deverá ser produzido pelo time.

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Este post trata-se de um publieditorial.

Project Model Canvas: a alma do projeto

Introdução

Em um mundo globalizado, onde as organizações buscam constantemente ampliar seu market share e entregar valor mais rapidamente aos seus clientes, o ritmo das mudanças se torna mais intenso. Dessa forma, o volume de projetos tem um crescimento acima do normal, justificado pela necessidade de implementar as mudanças, e que provavelmente irá ocasionar o envolvimento de um maior número de interessados. Essa reação em cadeia torna o ambiente de negócios mais complexo e a vida do gerente de projetos mais árdua.

Crescimento do número de partes interessadas.

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