Publicado em Business Model Canvas, Gerenciamento de Projetos, Project Model Canvas

Convertendo o BMC em PMC

Nos posts anteriores aprendemos a desenvolver e esboçar modelos de negócio novos ou existentes através da utilização da ferramenta Business Model Canvas. Semelhantemente, descobrimos ainda que é possível construir um plano de projeto com post-its e uma folha A1, de forma a conectar elementos fundamentais em projetos de qualquer natureza. Isso pode ser feito utilizando o Project Model Canvas.

Apesar de possuírem propósitos distintos, os modelos apresentam informações que estão intimamente relacionadas. Sendo assim, torna-se interessante e factível apresentar uma solução de conversão entre o BMC e o PMC. Para tanto, vamos utilizar o estudo de caso Implantação do PMO. Seguem abaixo os modelos desenvolvidos anteriormente. Continuar lendo “Convertendo o BMC em PMC”

Publicado em Metodologias Ágeis, Publieditorial

Aplicando Lean para aumentar a agilidade

Lean é uma palavra da língua inglesa utilizada para designar algo “esguio” ou ainda improdutivo. Em linhas de montagem manufaturadas, trata-se de um método de organizar os negócios com o objetivo de eliminar ou reduzir fortemente as perdas nos processos. As perdas, por sua vez, são vistas como tudo aquilo que não agrega valor ao negócio. Dessa forma, o Lean procura dedicar esforços exclusivamente em atividades produtivas que gerem valor a todos os envolvidos no processo.

Esse conceito foi desenvolvido pela Toyota, em seu sistema de produção, que visava eliminar o desperdício de recursos, minimizando as perdas e maximizando os resultados de toda a cadeia. Alguns exemplos podem ilustrar facilmente as perdas pelas quais as empresas passam diariamente: contratos empilhados aguardando revisão e assinatura, produtos “presos” nos postos da polícia federal aguardando liberação de saída, estoque armazenado em grandes galpões e sem destino definido, dificuldade em localizar uma informação nos ativos da empresa, etc.

É importante ressaltar que existem alguns cuidados que devem ser tomados durante o processo de transformação da organização em Lean, a saber:

  • Não deve ser utilizada apenas no sistema de produção manufaturado, e sim em toda a organização e ao longo de sua cadeia de suprimento;
  • Sua aplicação deve estar ligada às necessidades de negócio da empresa, associando os ganhos da técnica à estratégia empresarial;
  • A mudança cultural se faz necessária visto que não basta implementar novas regras. É preciso mudar a forma de pensar da equipe e quebrar o paradigma atual da cadeia produtiva;

Não basta estudar os processos da organização em busca das perdas, é preciso participar diariamente deles, acompanhar seus fluxos e identificar os desperdícios. Alguns processos aparentemente são perfeitos no papel, porém a execução real pode apresentar falhas que não foram inicialmente previstas. Dessa forma, é preciso viver o dia-a-dia das equipes para que as avaliações dos processos sejam as mais acuradas possíveis.

Deseja conhecer mais a fundo essa ótima ferramenta e os princípios ágeis que irão ajudar a tornar o trabalho em sua empresa mais rápido e eficaz? Então não perca tempo e inscreva-se no curso Fundamentos em Métodos Ágeis da Projectlab. Aprenda novas técnicas e abordagens em um ambiente lúdico que estimula a absorção do conhecimento.

Este post trata-se de um publieditorial.

Kanban: o que é e para que serve?

ettinger-kanban-projectlab-pp

Proveniente do vocabulário japonês, “Kanban” significa registro ou rosto visível. Isso justifica o fato dessa palavra ter sido utilizada para representar uma ferramenta visual e colaborativa bastante útil para empresas que pretendem melhorar a sua performance. Apesar de ter nascido com o objetivo de aprimorar uma linha de produção de fábrica, Kanban também pode ser utilizado como gerenciador de tarefas e essa é uma das suas principais funções nos dias atuais.

Criado e inicialmente utilizado pela Toyota em sua linha de montagem, o Kanban baseia-se em um quadro seccionado em colunas verticais onde são afixados post-its coloridos, o modelo permite a organização de atividades de uma ou mais equipes. As colunas representam o estado de cada tarefa por onde os post-its vão transitar e podem ser nomeadas como “início”, “em andamento” e “finalizado”. Dessa forma, o modelo pode ser adaptado e aplicado em diversas áreas de conhecimento como desenvolvimento de software, construção civil, indústria farmacêutica, etc.

Devido à sua simplicidade e objetividade, o Kanban pode funcionar como um modelo de prática ágil. Porém, ao contrário do Scrum, o Kanban tem como prática limitar a quantidade de tarefas em cada coluna. Isso contribui para o fortalecimento do time, pois quando o limite de uma coluna tiver sido alcançado, será necessário que todos os membros paralisem as demais atividades e auxiliem em conjunto na conclusão das tarefas não iniciadas ou finalizadas. Essas atividades podem ser executadas a partir de prioridades definidas por uma numeração ou cor do post-its.

Deseja conhecer mais a fundo essa ótima ferramenta e os princípios ágeis que irão ajudar a tornar o trabalho em sua empresa mais rápido e eficaz? Então não perca tempo e inscreva-se no curso Fundamentos em Métodos Ágeis da Projectlab. Aprenda novas técnicas e abordagens em um ambiente lúdico que estimula a absorção do conhecimento.

Este post trata-se de um publieditorial.

Revista MundoPM ed. 64

revista_ed64

A edição de nº 64 da Mundo Project Management, maior revista de gerenciamento de projetos do Brasil, traz um artigo bastante interessante, o qual apresenta a criação de um método capaz de elaborar o planejamento estratégico empresarial numa única página. Idealizado e concebido por Luciano Passos, Presidente do PMI Sergipe e Superintendente de Gestão Estratégica no Banco do Estado de Sergipe, o Strategy Model Canvas tem como objetivo ser uma metodologia simples e ágil, utilizada para concepção de um plano visual e colaborativo que contenha elementos essenciais para determinar a estratégia da organização para um determinado ciclo. Além disso, proporciona uma visão 360º do ambiente em que a empresa está inserida.

No decorrer do artigo, Luciano Passos descreve os conceitos e princípios que regem o método, como também demonstra sua aplicabilidade através de um exemplo de definição da estratégia de que mudaria a trajetória do maior Circo Artístico do Mundo, o Cirque Du Soleil. Vale a pena conferir! Maiores detalhes sobre o Strategy Model Canvas podem ser encontrados no site oficial strategymodelcanvas.com.br. O lançamento do livro sobre a nova metodologia está previsto para o próximo ano.

SMC

Publicado em Metodologias Ágeis, Publieditorial, Scrum

Jogando as cartas na mesa com o Planning Poker

 
Estimar o tamanho de um software não é uma tarefa trivial. Requer esforços de tempo e custos que usualmente os investidores não estão dispostos a pagar. Sendo assim, surge a necessidade de utilizar uma técnica que agilize o processo, mas não reduza sensivelmente a qualidade das estimativas.

O Planning Poker, definida por James Grenning em 2002, é uma técnica de estimativa de tamanho voltada para as metodologias ágeis de desenvolvimento de software. Consiste em realizar estimativas através de um jogo de cartas, no qual os membros do time (analistas, programadores, testadores, etc), baseados em fatores como tempo e esforço, interagem de forma colaborativa e expõe sua visão de complexidade afim de pontuar um cartão que representa determinada estória do usuário. Por fim, analisam as diferentes visões e buscam chegar a um denominador comum na equipe por meio do consenso geral.

A técnica consiste no seguinte: os participantes do jogo deverão realizar, em conjunto, rodadas de pontuação afim de obter a estimativa de um cartão que possui uma estória de usuário. Eles dispõem de um baralho com 13 cartas numeradas sequencialmente de acordo com a série de Fibonacci, ou seja, 0, ½, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 20, 40 e 100. Existe ainda uma carta com o símbolo de interrogação que configura a não aptidão do jogador em estimar e outra carta com o símbolo de uma xícara de café que sugere uma pausa para discussões e avaliações preliminares sobre a estória em questão. O Scrum Master será responsável por mediar as diferentes visões, enquanto que, o Product Owner deverá esclarecer o que deverá ser produzido pelo time.

Ficou curioso sobre a técnica de estimativa Planning Poker e deseja se aprofundar mais no universo da agilidade? O curso Fundamentos em Métodos Ágeis da Projectlab poderá te proporcionar o conhecimento que deseja. Inscreva-se aqui.

Este post trata-se de um publieditorial.
Publicado em Gerenciamento de Projetos, Modelos Visuais, Project Model Canvas

Project Model Canvas: a alma do projeto

Introdução

Em um mundo globalizado, onde as organizações buscam constantemente ampliar seu market share e entregar valor mais rapidamente aos seus clientes, o ritmo das mudanças se torna mais intenso. Dessa forma, o volume de projetos tem um crescimento acima do normal, justificado pela necessidade de implementar as mudanças, e que provavelmente irá ocasionar o envolvimento de um maior número de interessados. Essa reação em cadeia torna o ambiente de negócios mais complexo e a vida do gerente de projetos mais árdua.

Crescimento do número de partes interessadas.

Continuar lendo “Project Model Canvas: a alma do projeto”

Publicado em Metodologias Ágeis, Publieditorial, Scrum

Os benefícios das histórias de usuários

Segundo Mike Cohn, história de usuário é uma pequena e simples descrição de uma funcionalidade dita da perspectiva da pessoa que deseja a nova capacidade, usualmente um usuário ou um cliente do sistema. Em outras palavras, o Backlog do Produto deve conter as necessidades dos usuários ou dos clientes, enão as funcionalidades do sistema. Para compreender melhor essa ideia, é preciso analisar atentamente as nuances que permeiam esse conceito.

“Eu como gerente de PMO, desejo visualizar uma lista completa do portfólio de projetos da organização para poder classificá-los e priorizá-los de acordo com o planejamento estratégico”.

É possível observar algumas vantagens no uso do template de história de usuário: “Como um <ator>, eu gostaria de <ação>, para <objetivo>”. O primeiro benefício está relacionado ao que chamamos de magia dos pronomes, pois algo especial ocorre quando as exigências são colocadas na primeira pessoa. As partes envolvidas passam a se identificar mais de perto com as histórias. A segunda vantagem é fornecer uma estrutura a serviço do Product Owner, pois a estrutura do template ajuda o PO a priorizar as histórias dos usuários. Dessa forma, ele consegue visualizar mais facilmente o que o recurso é, quem se beneficia a partir dele, e qual o valor dele.

Algumas pessoas alegam que esse modelo acaba suprimindo o conteúdo da informação devido ao uso de tantos clichês. Se você concorda com isso, é possível organizar as histórias através de uma tabela com os campos “Como”, “eu gostaria” e “para”. Isso facilita o modo de leitura e compreensão das necessidades.

Caso deseje aprofundar seus conhecimentos em histórias de usuários, participe das Oficinas de Inverno promovidas pela Projectlab, pois apresentam uma visão conceitual e prática de como especificar os requisitos através de histórias de usuários, por que utilizar este formato, como identificar, documentar, priorizar e selecionar as histórias que entrarão na composição do produto a ser produzido.

Este post trata-se de um publieditorial.
Publicado em Gerenciamento de Projetos

Business Model Generation: a alma do negócio

O cenário apresentado acima é uma situação comum no dia-a-dia de qualquer organização que, através de ideias inovadoras, busca aumentar sua competitividade no mercado. Porém, muitas delas não logram êxito pois não conseguem organizar suas ideias e decidir o que pode gerar valor para seus clientes. Para contornar tal situação o ideal é criar o Modelo de Negócios. Segundo Yuri Gitahy, fundador de uma empresa de consultoria, “modelo de negócios é a forma como uma empresa cria, entrega e captura valor… é a fórmula que transforma time, produto e gestão em receita, lucros e retorno para os acionistas”.

BMG, acrônimo para Business Model Generation, é uma poderosa ferramenta de gerenciamento estratégico, a qual possibilita esboçar ou construir modelos de negócio novos ou existentes. Trata-se de um mapa mental pré-formatado em nove seções que apresentam informações vitais sobre o modelo de negócio. Foi originalmente proposto por Alexander Osterwalder, o qual baseou-se em seu trabalho anterior sobre Business Model Ontology.

Continuar lendo “Business Model Generation: a alma do negócio”

Publicado em Gerenciamento de Projetos, Publieditorial

Certificação EXIN-ASF: o mix da agilidade

“Pedro, necessito das peças de montagem em até 2 dias. Alexia, já solicitei a João via sistema de estoque. Ele que se vire!”  Esse é um diálogo atual e bastante comum nas organizações que buscam celeridade nas entregas de projetos, os quais materializam o planejamento estratégico da empresa. Para solucionar o conflito apresentado no cenário acima, os métodos ágeis aproximam as pessoas dando atenção especial às interações entre elas e, por conseguinte, possibilitando a criação de um ambiente colaborativo que forneça respostas rápidas às constantes mudanças que se fazem necessárias.

Um dos métodos ágeis mais conhecidos no mercado é o Scrum. Baseado em planos de iterações chamados de Sprints, ele provê mais agilidade na entrega do produto e, dessa forma, fornece valor mais rápido para o cliente. Suas reuniões diárias, curtas e objetivas, permitem ao time responder rapidamente à quaisquer mudanças que se façam necessárias, estando assim, constantemente alinhados às expectativas do cliente e evitando prejuízos no cronograma e nos custos planejados. As demais reuniões de revisão e retrospectiva, permitem ao time analisar o que deu certo ou errado durante a execução dos trabalhos e como se antever a possíveis problemas que atrasem as entregas e gerem insatisfação por parte do cliente.

Visando atender à demanda do mercado por profissionais alinhados aos conceitos e práticas ágeis, o instituto EXIN criou a certificação ASF (Agile Scrum Foundation). Apesar da nomenclatura, essa certificação atesta também que seus detentores possuem conhecimentos básicos em outras metodologias ágeis como XP, Kanban, DSDM, Crystal, FDD e TDD, porém o foco maior é o Scrum.

Você pode se inscrever para realizar o exame EXIN ASF online, diretamente no site da Exin, mas é recomendável que você faça o curso Preparatório ASF – Agile Scrum Foundation 8h, da Projectlab, que contempla todos os tópicos que são abordados na prova:

  • Conceitos de Agile (Kanban, XP, Crystal, DSDM, TDD e FDD) e Scrum;
  • Práticas Scrum;
  • Planejamento Scrum;
  • Monitoramento de projetos com Scrum;
  • Conceitos avançados de Scrum.

Essa característica fornece uma vantagem competitiva, pois permite ao profissional aplicar a técnica mais adequada ao cenário em que ele se encontra ou ainda uma combinação de técnicas.

Se você tiver mais alguma dúvida sobre a certificação, baixe o White Paper “Guia Rápido das Certificações Ágeis do Mercado”

Este post trata-se de um artigo patrocinado (publieditorial).