Arquivos do Blog

O Planejamento e sua Importância nas Organizações

Trabalhando em projetos, provavelmente já deve ter ouvido a seguinte frase: “Planejar para quê? É perda de tempo e dinheiro!” Essa, infelizmente, ainda é a visão de muitos administradores de empresas. Não sabem eles que o planejamento é essencial para a eficácia de uma boa administração, pautada numa visão progressista. Mas qual é o significado da palavra “planejamento”? Segundo o dicionário Aurélio, “é o trabalho de preparação para a tomada de decisão, segundo roteiros e métodos determinados”. Sendo assim, ele irá auxiliar na escolha de ações a serem tomadas para atingir os objetivos propostos.

O planejamento é como a opinião do ser humano, pode e deve mudar no momento em que percebermos que aquela forma de pensar não está adequada com a realidade que vivemos. Não é preciso seguir um plano do início ao fim de um projeto. Ele provavelmente irá sofrer mutações durante sua execução para se adaptar às incertezas inerentes a qualquer projeto. O importante é fazê-lo caminhar junto com a realidade dos fatos.

Anualmente, milhares de empresas fecham suas portas no Brasil, sendo que um dos principais motivos é a ausência de um bom planejamento que guie suas ações em busca dos objetivos que foram propostos. Só é possível fazer uma empresa progredir traçando um plano que auxilie na tomada de decisões e otimize os recursos.

Este post trata-se de um artigo patrocinado (publieditorial).
Anúncios

A Alemanha e seus ensinamentos estratégicos

alemanha-ensinamentos- brasil-ettinger-projectlabMuitos ficaram perplexos diante da vexatória goleada alemã sobre nossa seleção canarinho. Outros tantos buscam explicações para tentar justificar o ocorrido. As razões são lógicas e diversas.

Muitos jogadores que participaram dessas duas dolorosas derrotas, estavam presentes na semifinal de 2014 contra o Brasil: Klose, Schweinsteiger, Lahm, Mertesacker e Podolski. Mas é na adversidade que se constroem grandes campeões! Esses e outros amadureceram, analisaram as lições aprendidas, riscos e recursos humanos. Além disso, a Alemanha estudou detalhadamente o time do Brasil por meio de uma enorme base de dados compilada, nos últimos dois anos, por 50 estudantes da universidade de esportes de Colônia. A partir desse estudo foi montado o plano de jogo, no qual o Brasil se tornou presa fácil. Percebeu as fortes relações entre a trajetória alemã e a cronologia de um projeto?

Tanto o Brasil quanto a Alemanha tinham projetos para serem campeões da Copa 2014. Porém, a Alemanha mostrou que se planejou e executou melhor seu projeto, além de possuir melhores recursos humanos. Buscar conhecimento e manter o foco, é uma grande receita para o sucesso. Quer conhecer a melhor jogada para suas conquistas? Participe do Cubo do Conhecimento: uma plataforma de eventos sobre Gerenciamento de Projetos que ocorrem frequentemente no Rio de Janeiro e São Paulo. Essa plataforma tem por objetivo ampliar, ainda mais, o desenvolvimento profissional de Gerenciamento de Projetos e TI, buscando atualizar e divulgar o conhecimento, através de palestras, workshops e webinars (que em alguns casos, podem gerar PDUs).

 

Confira a programação mensal:

Julho:

Novidades para Agosto:

  • Palestra: O exercício do planejamento e sua essencial contribuição para atingir os objetivos dos projetos – RJ
  • Palestra: Gerência de Riscos em Projetos de Tecnologia da Informação – RJ
  • Palestra: Gestão de Mudanças – O Fator Humano na Liderança e Projetos – SP.

Confira aqui a programação completa do Cubo do Conhecimento.

Apostando na atmosfera gerada pela Copa do Mundo, a Projectlab oferece ainda a promoção “Apostamos em você na Copa”, a qual dá direito a um cupom de R$200,00 de desconto para quem se inscrever nos cursos da Projectlab e IT Institute. Confira as condições e aproveite!

Apostamos em você na CopaEste post trata-se de um artigo patrocinado (publieditorial).

Desenvolvimento das Competências Pessoais: um diferencial competitivo

As competências pessoais são habilidades inerentes ao indivíduo e que refletem diretamente em suas relações sociais. Tais competências estão relacionadas às origens e desenvolvimento infantil do ser humano, ou seja, à sua formação psicossocial. Essa formação será responsável por direcionar os relacionamentos futuros do indivíduo, onde o caráter e a personalidade construídos irão dizer como e com quem ele irá se comunicar.

Um dos maiores problemas enfrentados no gerenciamento de projetos, seja ele de qualquer porte, é justamente a comunicação. Nesse sentido, é importante que o gerente de projetos desenvolva suas competências pessoais afim de se tornar uma figura equilibrada e agregadora, pois problemas de relacionamento certamente irão surgir no decorrer do projeto. É interessante que o GP aprimore sua comunicação, invista em capacitação para melhorar a negociação de contratos, a negociação de conflitos e em formação de times de alta performance. Isso provavelmente irá transformá-lo em uma figura diferente das demais no mercado de trabalho, pois a grande maioria investe no conhecimento de ferramentas e técnicas de gerenciamento de projetos e esquecem de desenvolver suas habilidades interpessoais.

Sente alguma dificuldade em se relacionar com outros colegas em seu ambiente de trabalho? Está disposto a melhorar os relacionamentos interpessoais entre os membros do projeto? Necessita formar times que possuam alto desempenho e sejam auto gerenciáveis? Então recomendo ir em busca de cursos que lhe possibilite o desenvolvimento de competências pessoais. Entre nesse projeto com a Projectlab, um dos melhores centros de treinamento em gerenciamento de projetos do país, cursos presenciais no Rio de Janeiro e São Paulo. Oferecem em sua Loja Online, cursos online de altíssima qualidade em formato de elearning da  RMC Project Management, empresa da renomada Rita Mulcahy. Estude de onde e como quiser, você faz o seu horário!


Este post trata-se de um artigo patrocinado (publieditorial).

Metodologias Ágeis e o crescimento da certificação PMI-ACP®

A crescente busca das organizações por ferramentas e técnicas que consigam entregar valor mais rapidamente para seus clientes, tem gerado um grande interesse nas metodologias ágeis. Tanto é verdade que uma recente pesquisa, desenvolvida pelo Project Mangement Institute (PMI)® e divulgada em 2012 pela PM Survey.Org, aponta que 50% das organizações consultadas utilizam métodos ágeis e 35% tem interesse em implantá-las. Essa pesquisa foi realizada com mais de 750 organizações instaladas em 5 diferentes países.

Manifesto Ágil, escrito em 2001, deu surgimento às metodologias ágeis, as quais se baseiam em quatro valores fundamentais:

  • Os indivíduos e suas interações acima de procedimentos e ferramentas;
  • O funcionamento do software acima de documentação abrangente;
  • A colaboração dos clientes acima da negociação de contratos;
  • A capacidade de resposta à mudanças acima de um plano pré-estabelecido.

Essas metodologias podem ser utilizadas em projetos de qualquer natureza, sejam eles de Engenharia, Aviação, Tecnologia da Informação, etc. Buscam valorizar os recursos humanos e seus relacionamentos, facilitando o desenvolvimento de equipes auto gerenciáveis. Dessa forma, surge a ideia de time que trabalha em sinergia por um objetivo comum. 

Vislumbrando essa crescente necessidade do mercado por profissionais capacitados que possam aplicar os conceitos ágeis em ambientes organizacionais, o PMI® decidiu criar a certificação PMI-ACP®, a qual é hoje a que possui maior crescimento. Deseja se tornar um Profissional Certificado em Métodos e Práticas Ágeis, e se destacar no mercado? Então, recomendo o treinamentopreparatório da Projectlab!

Este post trata-se de um artigo patrocinado (publieditorial).

Artigos publicados na revista Engenharia de Software

Recentemente, foram publicados dois artigos meus na revista Engenharia de Software da editora DevMedia, edição nº 60. No primeiro artigo, “Certificação CAPM: o projeto”, forneço um projeto-guia que elaborei com o propósito de obter a Certificação CAPM. Já no segundo, “Gerenciamento do tempo em projetos de software”, apresento a aplicabilidade e benefício da aplicação do método da corrente crítica para gestão do tempo em projetos. Segue abaixo um resumo.

Certificação CAPM: o projeto

Como se tornar um profissional certificado CAPM

O gerenciamento de projetos é uma área que envolve conhecimento em diferentes áreas. Lidar com pessoas, planejar tempo e gerenciar riscos são alguns dos exemplos de áreas que o gerente deve dominar. Mas isso não é fácil e, certamente, a maturidade na realização das atividades só virá com a experiência. Contudo, é possível ganhar tempo e evidenciar isto para o mercado através da realização de certificações na área de geste de projeto. Este artigo apresenta de forma prática como iniciar, planejar, executar, controlar e encerrar um projeto que tem por objetivo obter a certificação CAPM, através da utilização e interação de processos, ferramentas e técnicas pertencentes ao framework descrito no Guia PMBOK.

Certificação CAPM - O Projeto

Gerenciamento do tempo em projetos de software

Agilidade na entrega de valor através da utilização do método da corrente crítica

O gerenciamento do tempo é, sem dúvida, uma das atividades mais críticas a serem realizadas pelo gerente de projetos. Ela envolve, dentre outras coisas, a definição de como as atividades serão realizadas, os responsáveis pela sua execução e o esforço envolvido em cada atividade. Normalmente, ao definir um cronograma, um item a que se deve estar atento é ao caminho crítico. Este artigo apresenta, através de um estudo de caso, como aplicar o método da corrente crítica para gerenciar o tempo em um projeto de construção de um portal de um escritório de contabilidade, entregando todo o escopo acordado, com a qualidade esperada pelo cliente, dentro do prazo determinado.

Gerenciamento do Tempo em Projetos de Software

Resultado da Enquete

Análise

Diante dos resultados apresentados é possível observar que o Gerenciamento de Riscos é uma área de conhecimento de fundamental importância para qualquer gerente de projetos. Ela aparece em primeiro lugar com 34% da preferência dos participantes. Riscos podem levar qualquer projeto ao fracasso numa fração de segundos, tanto é verdade que o PMI dedica atenção especial à essa área com a criação de uma certificação específica, o PMI-RMP (Risk Management Professional).

Em segundo lugar com 18% dos votos, aparece a opção Habilidade de Analista de Negócios. Isso pode ser explicado pelo fato de haver um tendência de mercado em contratar gerentes de projeto com experiência em determinada área. Mesmo não sendo necessário o conhecimento em um ramo específico de negócio, este ajuda a planejar e controlar o projeto, analisar riscos e impactos e na tomada de decisões. Porém, tudo isso pode ser feito com a opinião de especialistas no assunto.

Logo em seguida, aparecem empatados na terceira posição Processos de Negócio e Gerenciamento de Projetos Complexos com 11% dos votos cada. Habilidades em processos de negócio ajuda ao gerente do projeto a entender como funciona o fluxo de atividades em uma área da organização ou entre diversas áreas. Já as habilidades para gerenciar projetos complexos têm sua importância devido ao atual  crescimento das organizações no mundo globalizado, necessitando cada vez mais gerentes com experiência para integrar equipes dispersas geograficamente e com alto número de partes interessadas afetadas pela realização do projeto.

fome-zero

Com 6% dos votos, o Gerenciamento de Programas é lembrado na pesquisa pelos participantes. Trata-se, segundo o PMBOK, de gerenciar de modo coordenado um grupo de projetos relacionados para a obtenção de benefícios estratégicos e controle que não estariam disponíveis se eles fossem gerenciados individualmente. Um exemplo clássico é o Programa Fome Zero do Governo Federal, cujo objetivo é assegurar o direito humano à alimentação adequada às pessoas com dificuldades de acesso aos alimentos. Logo abaixo, com 4% dos votos aparece o Seis Sigma que nada mais é do que um conjunto de práticas originalmente desenvolvidas pela Motorola para melhorar sistematicamente os processos ao eliminar defeitos. A opção Outros foi escolhida por 8% dos participantes.

pmise_banner

Questionário – Modelos de Maturidade em Gerenciamento de Projetos no Brasil

Prezados leitores do blog, como forma de promover uma análise sobre os fatores que influenciam a escolha de modelos de maturidade em gerenciamento de projetos no Brasil, estou postando um questionário de um de nossos leitores (Elmo de Jesus Nery Júnior, mestrando em Ciências da Computação do Centro de Informática (CIn) da Universidade Federal de Pernambuco).

Sua opinião é de suma importância para o resultado da pesquisa. Responda SOMENTE se você já participou ou irá participar da implantação de um modelo de maturidade em gerenciamento de projetos. Este questionário leva 10 minutos para ser respondido.

Questionário

Videocast – O Perfil Profissional do Gerente de Projetos

Nesse videocast Ricardo fala sobre as principais características do perfil profissional do gerente de projetos. Vale a pena conferir!

Matriz RACI: a matriz de responsabilidades

Quando pensamos em gerenciar recursos humanos alocados em um projeto, logo nos vem a mente os papéis e as responsabilidades a serem definidos. Esse é um passo fundamental para o desenvolvimento das mais diversas  atividades planejadas para o projeto.  Assim, a matriz RACI surge como uma importante ferramenta de apoio no gerenciamento dos recursos humanos e das comunicações. RACI é o acrônimo em inglês para: Responsible, Accountable, Consulted e Informed. É utilizada para “formalizar os papéis e responsabilidades durante um projeto, programa ou mesmo qualquer mudança organizacional. Este modelo é apresentado como melhor prática (best practice) no PMBOK© e pelo ITIL© v3” [1].

Nesta matriz são definidos os seguintes papéis:

  • Responsible – responsável pela execução da tarefa. Podem ser uma ou mais pessoas designadas a executarem a tarefa.
  • Accountable – prestador de contas. Haverá somente uma pessoa designada para esse papel.
  • Consulted – consultor da tarefa. São pessoas com maior “know how” sobre determinados assuntos, responsáveis por fornecerem informações úteis para a conclusão da tarefa. A comunicação com esse grupo será de duas vias.
  • Informed – pessoas informadas sobre o progresso e status da tarefa. A comunicação com esse grupo será de mão única.

Observe abaixo um exemplo de matriz RACI:

Figura 1 – Matriz RACI [2].

Com a adoção dessa matriz fica claro na organização quem é o responsável pelo processo e quem são os demais envolvidos.  A fim de evitar confusões, é recomendado ter apenas um papel atribuído a cada pessoa em cada atividade. Entretanto, muitas vezes o prestador de contas da atividade também pode ser o responsável pela sua execução.

Há somente uma regra para a criação da matriz RACI: cada atividade deve possuir apenas um prestador de contas. Mas, segundo [1], existem algumas boas práticas a serem seguidas:

• Tente limitar o número de pessoas executores em uma atividade para um – mais do que isso e provavelmente haverá a duplicação de trabalho. Caso tenha mais de uma pessoal executora, pense em dividir a atividade.
• No mínimo tenha uma pessoa responsável e uma pessoa executora atribuídas para cada linha da matriz.

Durante o processo de criação da matriz pode surgir a seguinte dúvida: se o Analista X faltar no dia da entrega da atividade 1, quem ira realizar atividade? Ou seja, o RACI é bonito no papel, porém na prática possui alguns gaps.

Mesmo a atividade apresentando mais de um responsável, não fica claro quem irá substituir o recurso ausente. Sendo assim, foi desenvolvido uma variante da matriz RACI que apresente o papel BACKUP, responsável por substituir algum recurso. Observe abaixo:

Figura 2 – Variação da Matriz RACI [1].

Desta maneira, todas as atividades possuem duas ou mais pessoas para executar a atividade na falta do executor oficial.

A matriz RACI, pode apresentar outras variações a depender das necessidades de controle. Segundo [3], a tabela abaixo apresenta alguns exemplos de códigos de responsabilidades que você poderá utilizar.

A Aprovação das entregas
C Criador, ou seja, o responsável pela criação da entrega. (Normalmente há somente uma pessoa responsável pela criação da entrega, entretanto poderá haver mais pessoas envolvidas. Neste caso as pessoas poderão ser representadas da seguinte forma:)C1 Responsável primárioC2 Responsável suplente
I Fornecer Informações
N

Notificar quando uma entrega for concluída

M

Gerenciar as entregas. Por exemplo: um bibliotecário, (ou a pessoa responsável pelo repositório de documentos)

“Matrizes RACI são fáceis de criar e poderosas para definir/esclarecer os papéis e responsabilidades de um projeto entre pessoas de diferentes partes da organização” [1]. Isso facilita a comunicação e o gerenciamento das expectativas dos stakeholders.

[1] KUMASAKA, Fernando. Matriz de RACI ou RACIB? Parada pro Café.  em <http://www.paradaprocafe.com.br/2010/10/28/matriz-de-raci-ou-racib/>. Acesso em 30 de Abril de 2012.

[2] ANGOTTI, Kleber. Matriz RACI. Disponível em <http://www.angotti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=28:matriz-raci&catid=2:gp-informacoes&Itemid=2>. Acesso em 30 de Abril de 2012.

[3] Gerentes de Projetos. Matriz de responsabilidades (RACI). Disponível em <http://projetosbrasilce.blogspot.com.br/2009/11/matriz-de-responsabilidades-raci.html>. Acesso em 30 de Abril de 2012.


%d blogueiros gostam disto: